Renato Gaúcho choca o mundo com tática INÉDITA que destruiu a Inter de Milão

A classificação do Fluminense para as quartas de final da Copa do Mundo de Clubes, após a vitória por 2 a 0 sobre a Inter de Milão, em Charlotte, teve a assinatura clara de Renato Gaúcho. Foi por meio de uma decisão estratégica, construída em conjunto com sua comissão técnica, que o time conseguiu neutralizar o rival europeu e assumir o controle da partida.

Antes de qualquer alteração no sistema de jogo, houve um trabalho coletivo. Renato não atua isoladamente: as escolhas passam por reuniões com seus auxiliares e, quando surge necessidade, contam com análises do setor de scout. O foco da observação era encontrar formas de conter os principais trunfos da Inter, especialmente as movimentações de Lautaro Martínez.

Considerando as possibilidades, as escolhas do adversário, surgiu a ideia de modificar o desenho tático, adotando um sistema com três zagueiros, inspirado em comportamentos defensivos bem-sucedidos observados nos jogos de Monterrey e River Plate contra os italianos nesta edição do torneio.

Renato Gaúcho tem importante apoio no Fluminense

A proposta, porém, não foi imposta por Renato Gaúcho. Houve diálogo com o elenco, e a mudança só foi consolidada após o aval de atletas experientes, como Thiago Silva, que apoiou a iniciativa. A atividades em Colúmbia serviram para implementar a ideia e convencer o grupo de que ela era viável. Segundo o próprio treinador revelou em coletiva, o plano era espelhar a Inter em campo.

Assim, poderia replicar o mesmo esquema tático para impedir superioridade numérica do adversário em qualquer setor. Na prática, isso significava uma linha de três defensores onde Freytes e Ignácio ficavam no mano a mano com Thuram e Lautaro, enquanto Thiago Silva atuava na sobra, pronto para interceptações e coberturas.