Xodó de John Textor entrou para grupo seleto do futebol mundial aos 24 anos
Direto ao ponto: O atacante Luiz Henrique, revelado pelo Botafogo e atual jogador do Zenit, da Rússia, foi reconhecido pelo Centro Internacional de Estudos de Esporte (CIES) como um dos cinco melhores dribladores brasileiros do futebol mundial. Aos 24 anos, o ex-xodó de John Textor figura agora em um seleto grupo que inclui Vini Jr, Estêvão, Antony e Samuel Lino.
De General Severiano para o mundo
Destaque nas categorias de base do Glorioso, Luiz Henrique deixou o Botafogo com o selo de “joia rara” e segue escrevendo sua história na Europa. Neste domingo (19/10), após a vitória por 3 x 0 do Zenit sobre o Sochi, veio a consagração: a inclusão na lista dos maiores dribladores brasileiros da atualidade.
A pesquisa, realizada pelo respeitado CIES Football Observatory, analisa dados objetivos de desempenho, como eficiência em dribles e impacto nas jogadas ofensivas. O nome de Luiz Henrique apareceu ao lado de estrelas consolidadas e promessas do futebol brasileiro.
Declaração com os pés no chão
Apesar do prestígio, Luiz Henrique manteve a humildade ao comentar o reconhecimento:
“Foi uma partida difícil contra um time forte, mas controlamos o jogo desde o início, então a vitória foi merecida. Sou grato pelo prêmio, mas não é só para mim, é para toda a equipe. Vamos continuar trabalhando forte para chegar ao topo da tabela”, disse o atacante na zona mista.
Números ainda modestos, mas com moral intacta
Mesmo com o destaque nos dribles, os números de Luiz Henrique no Zenit ainda não empolgam tanto: apenas 1 gol e 1 assistência na temporada. Ainda assim, o talento e potencial seguem sendo reconhecidos: o jogador foi convocado por Carlo Ancelotti nas duas últimas listas da Seleção Brasileira, sinal de que seu estilo pode ser peça valiosa no projeto da Amarelinha.
Análise: o que esse prêmio realmente significa?
A nomeação de Luiz Henrique como um dos maiores dribladores brasileiros não é só estatística, é validação. Em um futebol cada vez mais físico e pragmático, jogadores que quebram linhas e desestabilizam defesas são peças raras e muito valorizadas.
Mesmo que o desempenho no Zenit ainda não tenha explodido em números, o reconhecimento do CIES coloca o ex-Botafogo em um radar diferente: o de clubes maiores, ligas mais competitivas e oportunidades na Seleção.
Com a moral em alta e ainda jovem, Luiz pode ser protagonista de uma nova onda de transferências em breve.
De olho no mercado e na Canarinho
A ligação com John Textor e o Botafogo pode até ter ficado no passado, mas o carinho da torcida alvinegra por Luiz Henrique ainda é forte. E o nome do atacante pode voltar à cena no mercado em 2026.
Além disso, o atleta já começou a receber chances com Ancelotti e, mantendo o ritmo, não é absurdo pensar em uma vaga na próxima Copa do Mundo.