Três atletas do Boca são liberados por Riquelme para reforçar times do Brasileirão

O Boca Juniors vive um momento crítico e histórico de instabilidade. Em meio a uma sequência negativa que já chega a 11 partidas sem vitória, a pior marca da história do clube, superando os antigos 10 jogos, Juan Román Riquelme decidiu agir. O presidente xeneize, alvo de duras críticas internas e protestos da torcida, tomou uma medida radical.

Em um primeiro momento, afastou três jogadores do elenco comandado por Miguel Ángel Russo. Marcos Rojo foi o primeiro nome a deixar o elenco. Aos 35 anos, o zagueiro, com experiência no futebol europeu e passagens pela Seleção Argentina, rompeu com Russo e saiu dos planos da diretoria. A imprensa local já especula um possível retorno ao Estudiantes, clube que o revelou.

Outros dois atletas seguiram o mesmo caminho: Cristian Lema, também com 35 anos, e o lateral Marcelo Saracchi, de 27. As decisões foram tomadas após a eliminação vexatória para o Atlético Tucumán na Copa Argentina, mais um capítulo da fase desastrosa vivida pelo time da Bombonera. Os atletas vão em busca de oportunidades no mercado de transferências.

Boca busca virada de chave após sequência em jejum

Diante da urgência do clube e da situação atual dos jogadores, a tendência é que a diretoria não imponha barreiras financeiras significativas para negociá-los com outras equipes. Naturalmente, os clubes brasileiros, acompanhando de perto a janela de transferências, podem se interessar em negociações com o Boca Juniors.

Riquelme, um dos maiores ídolos da história do Boca, enfrenta enorme pressão no cargo, exatamente pela sequência negativa enfrenta na temporada. A equipe amarga mais de 100 dias sem vitória e parece afundar em uma crise que não dá sinais de trégua. A insatisfação é evidente e a virada de chave no elenco parece inevitável.