Muricy chega apontando o dedo e expõe fraqueza de Ancelotti na Seleção
Na véspera do último jogo das Eliminatórias da Copa do Mundo de 2026, um debate acendeu os bastidores do futebol brasileiro. No programa Galvão e Amigos, da Band, Muricy Ramalho não poupou críticas e deixou claro que Carlo Ancelotti pode estar cometendo um erro decisivo no comando da Seleção. Mas afinal, qual foi o ponto que gerou tamanha discordância?
A ausência de Neymar na lista de convocados chamou a atenção. Ancelotti optou por não levar o atacante para os últimos jogos, justificando sua decisão com base em critérios físicos. Para o treinador italiano, a análise sobre a forma do jogador já estaria clara e não haveria necessidade de novos testes no ambiente da Seleção.
A cobrança de Muricy
Muricy não concordou com a explicação. O ex-treinador foi direto: todo jogador precisa ser testado, inclusive Neymar. Ele levantou a questão de como será possível levar o camisa 10 para a Copa sem saber exatamente como ele se apresenta no convívio diário da equipe. “Não dá para trabalhar no achismo. É preciso ver o Neymar em campo, no treino, no jogo. Só assim dá para avaliar de verdade”, afirmou durante o programa.
Na visão de Muricy, a melhor saída seria justamente a convocação. Ancelotti teria a oportunidade de acompanhar o atleta de perto, compreender sua condição física e definir seu papel dentro do grupo. Para ele, deixar Neymar de fora agora significa correr riscos desnecessários no futuro.
Enquanto Muricy cobra mais proximidade, Ancelotti mantém a decisão e reforça que o critério físico é determinante neste momento. O embate entre as duas visões deixa no ar uma dúvida que só o tempo vai responder: a Seleção chegará à Copa com Neymar em plena forma ou com uma interrogação ainda em aberto?
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