Mais reforços a caminho? Flamengo mantém estratégia de investimento
Mesmo depois de confirmar quatro contratações nesta janela, o Flamengo não considera a missão encerrada. A ideia é continuar ativo no mercado, mas com foco em posições que não estavam entre as prioridades do primeiro planejamento. No começo do ano, o orçamento traçado pela diretoria não previa gastos elevados.
Essa realidade, porém, mudou graças às vendas realizadas e ao bônus recebido pela participação no Mundial de Clubes da Fifa. Até agora, o Flamengo destinou 43 milhões de euros (R$ 275 milhões) para assegurar os nomes de Emerson Royal, Carrascal e Samuel Lino. Saúl, apesar de ter vindo sem custo de transferência, exigiu o pagamento de luvas e comissão para ser convencido.
Como as negociações foram estruturadas com pagamento parcelado, a diretoria mantém espaço para novas investidas nesta mesma janela. Internamente, a projeção é que seja possível injetar algo próximo de 15 milhões de euros (R$ 96 milhões) em novas operações. Esse valor é justamente o que a cúpula estaria disposta a utilizar para tentar a compra de Lucas Beltrán, da Fiorentina.
Flamengo esbarra em números no mercado
A busca por um centroavante ganhou força nos últimos dias, embora nenhuma proposta oficial tenha sido enviada. A negociação não é simples: jogador e família ainda preferem permanecer no futebol europeu. Antes de Beltrán, o Flamengo também se movimentou nos bastidores para estudar a contratação de Taty Castellanos, da Lazio.
No entanto, os números apresentados pelo clube italiano ficaram acima do que o Flamengo deseja investir. A ideia de ter um camisa 9, contudo, não será abandonada. O perfil desejado é de alguém com características distintas das de Pedro. A princípio, essa função seria de Juninho, contratado no início da temporada, mas o atacante não se firmou e dificilmente ganhará protagonismo.