Lewis Hamilton passa por momento difícil e anuncia despedida

O heptacampeão mundial de Fórmula 1, Lewis Hamilton, vive um dos momentos mais emocionais de sua carreira fora das pistas. Nesta segunda-feira (29), o piloto britânico confirmou a morte de seu cão Roscoe, bulldogue inglês que o acompanhava desde 2013 e se tornou figura carimbada nos bastidores da F1.

A perda foi compartilhada nas redes sociais com uma mensagem curta, mas carregada de sentimento:

“Perdi meu melhor amigo ontem à noite. Obrigada a todos pelo amor que demonstraram a ele ao longo dos anos. Roscoe para sempre”, publicou Hamilton.


Roscoe não resistiu após parada cardíaca

Na semana anterior, Hamilton já havia revelado que Roscoe estava em estado crítico, após ser diagnosticado com pneumonia e sofrer uma parada cardíaca durante a internação. O piloto chegou a pedir apoio aos fãs:

“Por favor, mantenham o Roscoe em seus pensamentos. Estou ao lado dele e quero agradecer a todos pelas orações e apoio”, escreveu.


Figura icônica da Fórmula 1

Roscoe não era apenas um mascote de Hamilton, ele era um verdadeiro personagem da Fórmula 1. Presente em paddocks, eventos promocionais e até em sessões de fotos oficiais, o cão acumulava mais de 1 milhão de seguidores no Instagram e conquistava fãs por onde passava.

Hamilton sempre deixou claro o vínculo especial com Roscoe, tratando-o como parte da família. Em entrevista à Vogue, o piloto se derreteu:

“Ele é o mais gentil, um amor. Qualquer um pode se aproximar dele em qualquer lugar. Ele é provavelmente o cão mais dócil que existe”, comentou.


Análise: uma despedida que vai além do esporte

A notícia da morte de Roscoe mexe não só com Hamilton, mas também com grande parte da comunidade da Fórmula 1. Para muitos, Roscoe era símbolo da leveza e da humanidade que Hamilton traz para um esporte muitas vezes marcado por pressão e rivalidade. Sua presença constante nos boxes e a forma como era tratado diziam muito sobre quem é Lewis fora dos carros.

Essa perda chega justamente em um momento de transição na carreira do piloto, que em 2025 vestirá as cores da Ferrari. Em meio a tantas mudanças, o adeus a Roscoe adiciona uma carga emocional ainda mais intensa.


Legado nas pistas… e fora delas

Com sete títulos mundiais e um papel histórico na luta por igualdade dentro e fora da F1, Hamilton não se limitou aos feitos esportivos. A forma como tratava Roscoe, o espaço que deu ao seu cão nas redes sociais e na vida pública reforça um lado sensível e carismático do piloto.

Roscoe agora entra para a história da F1 não apenas como mascote, mas como símbolo da conexão genuína entre homem e animal — e, por que não, entre ídolo e seus fãs.