Caso de doping volta com tudo logo após recordista mundial ser pega
Um caso de doping acabou voltando com tudo logo após uma recordista mundial ser pega em um exame recente. O uso de substâncias proibidas costuma gerar grandes polêmicas no esporte, com vários episódios surgindo no decorrer dos anos e abalando as carreiras dos envolvidos e até mesmo as modalidades em que as situações acontecem
Recentemente, por exemplo, a recordista mundial da maratona feminina, Ruth Chepngetich foi suspensa pela Athletics Integrity Unit após teste positivo para hidroclorotiazida (HCTZ). A substância em questão é um diurético proibido porque pode mascarar o uso de outras substâncias não permitidas.
Recordista mundial pega em caso de doping
A situação foi vista após a coleta de uma em 14 de março, que apontou a concentração de 3.800 ng/mL, cerca de 190 vezes acima do limite permitido pela WADA (20 ng/mL). A atleta decidiu pela suspensão voluntária, mas agora ainda aguarda o julgamento em que poderá receber uma pena de até dois anos, conforme o regulamento anti-doping.
Brendan Reilly, agente de Edna Kiplagat, apontou que “o doping corrói credibilidade e prejudica o valor econômico de uma competição”. “É uma oportunidade perdida que não se recupera”, disse Hawi Keflezighi, agente de atletas, em entrevista ao site Sportico.
É importante destacar que, recentemente, a atleta faturou US$ 150 mil pela vitória e recorde na maratona de Chicago em 2024. No entanto, o valor real de sua conquista deve ultrapassar US$ 500 mil com todos os bônus conquistados de patrocinadores e outros acordos. Dessa forma, uma anulação de uma conquista como essa poderia trazer grandes consequências.