CBF estuda implementar nova tecnologia no Brasileirão
A Série A do Campeonato Brasileiro pode passar por uma importante modernização a partir de 2026. A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) desdobra-se em estudos para adotar o impedimento semiautomático, tecnologia que promete maior agilidade e precisão nas decisões do VAR. A questão ainda é vista como um problema pelos torcedores.
Sob responsabilidade da Comissão de Arbitragem, as análises mais concretas para dar continuidade a novidade já estão em curso. No entanto, a efetivação da mudança ainda depende da resposta positiva da nova gestão da entidade. O presidente recém-empossado, Samir Xaud, é descrito como um entusiasta da inovação.
Naturalmente, a possibilidade de aprovação pode ser maior do que o esperado. Vale lembrar que a ferramenta já foi testada no futebol nacional, utilizada nas finais do Campeonato Paulista deste ano pela Federação Paulista de Futebol, ao custo aproximado de R$ 1 milhão. Uma vez contratada a empresa fornecedora do sistema, há uma contagem regressiva para instalação e funcionamento.
CBF estuda valores para a sequência de planejamento
A tecnologia pode estar pronta em um prazo de quatro a seis meses. O sistema exige a instalação de 12 câmeras específicas por estádio e adaptações nas estruturas de cada local, o que deve elevar os custos operacionais para cerca de R$ 100 mil por partida, um valor cinco vezes maior do que os atuais R$ 20 mil gastos com o VAR tradicional. A CBF já realiza contas.
O grande diferencial do impedimento semiautomático está na sua capacidade de gerar imagens tridimensionais dos lances, facilitando a análise por parte dos árbitros e oferecendo maior confiabilidade em decisões de impedimento, muitas vezes controversas. Além de mais precisão, a promessa é de que as checagens sejam realizadas com mais rapidez.
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