Dono do PSG, que tem mais de R$ 2 trilhões no banco, quer comprar time brasileiro
Tem clube tradicional do futebol brasileiro que pode estar próximo de uma grande virada fora das quatro linhas. Isso, porque o dono do PSG – a Qatar Sports Investments (QSI) – iniciou conversas com os responsáveis pela gestão da tal equipe tupiniquim em busca de transformá-la em uma Sociedade Anônima do Futebol, a famosa SAF.
Trata-se, é claro, do Esporte Clube Vitória, através do Movimento Vitória SAF (MVSAF), que confirmou o início de negociações com os representantes do fundo no Catar. À frente da missão está o deputado estadual Marcone Amaral, ex-jogador do clube e atualmente naturalizado catariano. Ele atuará como elo entre o clube e os investidores estrangeiro.
Vitória mira parceria internacional com fundo dono do PSG
A viagem para o Oriente Médio, inclusive, já está confirmada, e os organizadores garantem que toda a logística de passagens, estadia e encontros institucionais está sendo planejada. Além de Marcone, o diretor da base do clube, Thiago Noronha, demonstrou interesse em integrar a comitiva. O grupo pretende apresentar aos investidores um dossiê completo sobre a estrutura do Vitória.
A proposta vai além do aporte financeiro – a meta é oferecer um plano de reestruturação robusto para modernizar o clube. Se o acordo avançar, o Vitória pode se tornar o primeiro time brasileiro a receber investimento direto do QSI. Recentemente, o Santos chegou a ser cogitado como possível alvo do fundo, mas as negociações não prosperaram.
Enquanto isso, o Paris Saint-Germain, clube gerido pelo QSI, segue vivo na disputa da Copa do Mundo de Clubes. O time francês, que goleou o Atlético de Madrid na estreia, tropeçou na segunda rodada ao ser derrotado pelo Botafogo, e bateu o Seattle Sounders, agora medirá forças com o Inter Miami – no esperado reencontro com Lionel Messi. O duelo está marcado para às 13h (de Brasília) deste domingo (29).